Juliano César
A sessão ordinária da noite de segunda-feira, 2, da Câmara de Vereadores de Major Gercino, teve a aprovação de projeto, além de indicativo. Porém, o que mais chamou a atenção foi o uso da palavra livre entre o situacionista Marcos Antônio Martins, o Marquinhos (PP), e o oposicionista Gilberto Pedro Kammers (União).
Há duas sessões, Kammers falou que “soube de um boato de um secretário de Major, que foi a uma cidade vizinha receber uma nota de R$ 12 mil em dinheiro”. O assunto caiu como uma verdadeira bomba, tanto no Legislativo, quanto no Executivo.
Porém, na sessão anterior ele não compareceu e, desta forma, o tema voltou a ser discutido. “Na sessão passada, o vereador Marquinhos me chamou de papagaio. E eu até posso ser um papagaio, mas o senhor é um pombo-correio. Não retiro nada do que falei. Eu soube sim, de um boato muito grave”, disse o vereador Gilberto.
Por outro lado, Marquinhos retrucou o oposicionista. “Eu posso ser um pombo-correio, mas não sou um pau mandado. Essa casa não pode viver de boatos. Tem que trazer a prova da denúncia”, disse Marquinhos.
Até mesmo a secretária de Assistência Social, Jucilaine Fernandes, a Juci, pediu a palavra e falou sobre o assunto durante a sessão. “O vereador tem que ter provas, dizer quem foi. Não vir aqui jogar uma coisa dessa no ar, dizer que ouviu uma fofoca e não provar”, disse ela.
Projeto
Na pauta do dia, houve a leitura e votação da ementa ao Projeto de Lei nº 04/2026, que ratifica a 1º alteração e consolidação do contrato de Consórcio Público do Consórcio Intermunicipal Cim-Granfpólis, ao qual foi aprovado por unanimidade.
Indicativo
De autoria do vereador Edson Rubik, que indicou a possibilidade de o município, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, firmar parceria ou convênio com a Secretaria de Saúde de São João Batista, a fim de viabilizar que os munícipes de Major Gercino tenham acesso a atendimentos mais céleres com médicos especialistas que lá atuam.


